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REDES SOCIAIS PARA NEGÓCIOS: ter ou não ter, eis a questão (1)

Parte 1: Um cemitério de grandes ideias, uma armadilha invisível para o empreendedor? Sim. A Hostnet concorda com Henrique Carvalho, redator do Viver de Blog, quando o assunto é Redes Sociais. Por isso fomos beber na fonte e trouxemos uma compilação de informações relevantes e análises sobre esse fenômeno da Internet. A ideia é orientar nossos clientes e leitores que estão em busca de sucesso na Web e ajudar a construir um futuro promissor online. Vamos apresentá-las em uma sequência de posts. Acompanhe!

Parte 1: Pensou que ia faturar nas redes sociais; pensou errado

As redes sociais são realmente um fenômeno na Web. Um fenômeno efêmero, diga-se de passagem. Tudo muda o tempo todo. Umas nascem, outras morrem. Podem ser excelentes para comunicação pessoal, mas para o seu negócio… vamos ver o que acontece!

Os números são realmente surpreendentes. Contudo, os resultados concretos em vendas não.

Conheça alguns dados:

  • O Facebook possui mais de 1.5 bilhão de usuários ativos em sua plataforma.
  • No Twitter, mais de 350 mil tweets são enviados por minuto.
  • O Instagram contabiliza mais de 1 milhão de curtidas por minuto.
  • No Youtube são gastas mais de 6 bilhões de horas em vídeo por mês.
  • O LinkedIn possui mais de 400 mil usuários em sua rede.

São números impressionantes que atraem muitos empreendedores e profissionais. As redes sociais são gratuitas e alcançam bilhões de pessoas. Então, porque não é um bom negócio empenhar todo o seu esforço nelas? É o que veremos à seguir.

Nem tudo são flores:

Vamos imaginar – Um micro empreendedor monta uma página no Facebook. O espaço é gratuito. E busca seguidores da página. Como não alcança o número de pessoas desejado no tempo estipulado por ele, começa a pagar por anúncios veiculados dentro do próprio Facebook. Atinge os números que sonhou em seguidores. Contudo, a Rede Social começa a limitar o alcance orgânico em 16% do total de fãs (em 2012). Uma pesquisa feita em 2014 apontou que apenas 6% dos usuários que seguiam a página recebiam os post e de lá pra cá a porcentagem só vem caindo. Teoricamente, a solução seria investir mais dinheiro para veicular os posts para seus próprios fãs…não, isso não pode dar certo!

Ele pensou então que o Instagram poderia ser perfeito. Tudo a ver com seu nicho de mercado (saúde, exercício, alimentação), muita gente desse ramo já estava lá. Postava com consistência diariamente, escolhia bem as hashtags, e estava mantendo um bom relacionamento pela rede quando…começou a visualizar anúncios na sua timeline! Logo lembrou do ciclo vicioso do Facebook e decidiu testar outra rede.

Tentaria o Twitter, mas desistiu de cara, quando soube que a rede começaria a usar um algoritmo semelhante ao Facebook. Foi aí que pensou no YouTube: afinal, as pessoas assistem mais de 6 bilhões de horas em vídeo por mês.

O YouTube lhe tomou muito tempo e energia para publicar os vídeos e então, nosso empreendedor imaginário descobriu que para produzir conteúdo para o YouTube, ganha-se apenas $1 a cada 1.000 visualizações. – Até para canais de sucesso como o Porta dos Fundos, com mais de 10 milhões de inscritos, as receitas com anúncios no YouTube não são suficientes.

Foi então que ele pensou em ir para o Periscope. Conexão ao vivo com a  audiência, que legal! Só que não: durante suas pesquisas, descobriu que o Periscope parou de adotar como padrão as notificações aos usuários sobre interações ao vivo.

Finalmente ele concluiu que não valia a pena investir em uma plataforma sobre a qual não se tem controle, que muda da noite para o dia. É como construir em terra alugada. Um verdadeiro perigo! Nas redes sociais as regras não são suas, você apenas as obedece.

Outro fator que pesa contra o Facebook é a possibilidade de, assim, do nada, você ser banido dela; ter a sua conta deletada por ter infringido às regras da rede. Isso serve para todas as redes sociais; nada garante que você vá continuar lá só porque quer. Além disso, pare e analise os últimos 10 anos ou um pouquinho mais. Quantas delas nasceram, cresceram e se extinguiram? (Orkut, Ping, Formspring, entre outras)

Reflexão:

Você não precisa eliminar as redes sociais dos seus endereços online. Mas trate-as apenas como uma vitrine complementar. O melhor mesmo é investir tempo e dinheiro no que é seu. Faça o seu site, fale com a Hostnet.

Acompanhe o nosso blog, nas próximas semanas publicaremos mais 2 posts dando continuidade ao assunto.

Links Relacionados:

Fonte: Viver de Blog

Hostcast: Facebook ou Próprio Site

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2 comentários

  1. Alexandre em 28 de setembro de 2016 às 17:27

    Não é sempre que comento em post. Mas sinceramente tenho que te agradecer pelo trabalho que faz. Realmente seu conteúdo é muito bom. Parabéns, e continue postando conteúdo de qualidade sempre.

    • Dr. Host em 18 de outubro de 2016 às 10:30

      Olá Alexandre,

      Agradecemos pelo elogio e ficamos contentes que nossos artigos contribuíram com o seu desenvolvimento.

      Com seu feedback traremos mais artigos sobre o tema.

      Um abraço de toda a equipe da Hostnet.

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