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SEO: o que NÃO fazer e as ferramentas que podem ajudar na indexação do seu site ou loja virtual no Google

SEO básico

Hoje, compartilhamos mais um episódio da série com três artigos que vão ajudar você a entender a base do SEO – o que é, como se faz, para que serve.

Acompanhe nossos posts e aprenda técnicas e ações que vão melhorar o posicionamento do seu site, blog ou loja virtual no ranqueamento dos motores de busca.

Parte 3: o que NÃO deve ser feito e as ferramentas que podem ajudar

Algumas práticas que impulsionavam sites e páginas no passado, já não fazem sentido hoje. Tais práticas, inclusive, podem sofrer punição pelo Google ao serem consideradas “blackhat”. Também abordamos algumas ferramentas muito úteis na hora de alcançar posicionamentos melhores nos buscadores.

O que é blackhat? 

Blackhat é uma vertente da utilização do SEO que visa atingir um objetivo sem a recomendação do buscador; uma forma de “dar um jeitinho” de ganhar melhor posicionamento burlando as regras, agindo sem ética. Ao identificar uma prática como indevida, o buscador pode apenas desconsiderar o conteúdo, punir o site com perda de posições no ranking e chegar até a desindexar o site de seu banco de dados. Conheça algumas práticas que merecem atenção e não são recomendadas:

Keyword Stuffing – consiste no uso excessivo de uma palavra-chave. Cuidado, palavras-chave ranqueiam a página mas em exagero podem atrapalhar a leitura do texto! A densidade de palavras-chave por texto (número de vezes que a palavra-chave foi usada dividido pelo número de palavras no total) não seria um fator de ranqueamento considerável. O que vale mesmo é o bom senso. Inclua a palavra chave sem forçar a barra, sem interferir negativamente na qualidade do texto.

Cloaking – é a prática de entregar conteúdos diferentes de uma mesma URL para visitantes específicos do site, seja por IP, por região geográfica ou por outras características. Neste caso, o alvo direto não são os usuários, mas sim os robôs. O cloaking foi amplamente utilizado para manipular resultados de buscas orgânicas, e hoje é considerado uma técnica de blackhat.

Link Wheels – forma-se uma estrutura composta por um site principal e outros sites criados somente para direcionarem o usuário ao site principal. Por exemplo, cria-se o site principal (A), alguns sites com links que apontem para o principal (B), sites que apontem para B (C) e assim por diante.Uma espécie de rede que proporciona um tráfego constante, de forma que o site principal fique sempre em destaque.

Sneaky Redirects – a ideia é fazer com que os buscadores apontem que a página tenha determinado conteúdo, mas ao se deparar com a realidade, o usuário encontra um conteúdo bem diferente. Pode também acontecer de um usuário de desktop ser direcionado a uma página comum, já o usuário mobile ser redirecionado a uma página spam.Já aconteceu com você?

Link Farms – sites com conteúdo que se resume a links para outras páginas. A ideia aqui é criar backlinks e conseguir, teoricamente, aumentar a relevância do website. Mas não seria melhor produzir conteúdo relevante do que perder tempo com essa prática?

Unrelated Keywords – adotar palavras-chave relevantes, mas que não têm nada a ver com o conteúdo do site. Podem ser desde nomes de celebridades até memes/bordões da Internet. Vale qualquer coisa que esteja nos trending topics. Certamente você já se deparou com algum texto que mal inicia e está cheio de palavras que não fazem sentido ali. Outras vezes, as palavras estão nos rodapés.

Spam em comentários – já viu comentários repetidos a exaustão em alguma das muitas redes sociais, blogs ou páginas? Então, é isso! O objetivo é gerar backlinks, postando de forma automática. Além de ser uma tática mal vista, pouco ajuda.

Conteúdo oculto também acontece – para isso se utiliza fonte no tamanho 0 ou na mesma cor do fundo, fazendo com que o que foi escrito não apareça para o usuário ao acessar o site, porém, continua sendo contabilizado pelos mecanismos de busca.

Anúncios pagos – os links pagos NÃO influenciam no tráfego orgânico, embora sejam úteis para atrair novos usuários. Portanto, ao fazê-lo esteja ciente de sua real eficácia.

Para se resumir às boas regras e ter sucesso nos buscadores:

  • Não crie páginas com palavras-chave irrelevantes;
  • Não crie páginas com conteúdo repetido ou muito parecido;
  • Não insira links ocultos.

Como proceder? 

Você quer uma visita orgânica? Várias? Sim, todo mundo quer. Então precisa trabalhar para o seu site ou blog ser indexado aos buscadores. Para isso acontecer, o primeiro passo é trabalhar a arquitetura do seu blog.

Comece escolhendo um tema WordPress, afinal todos são bons para SEO. Para saber se o seu site ou blog já está adaptado para SEO veja se ele é organizado, se possui menus e categorias fáceis de achar e que tenham uma certa ordem e coerência. Se você não encontrar fácil, ele provavelmente não é. Mas isso é uma análise subjetiva.

Se tudo parecer muito complexo, relaxe. Nós, da Hostnet, podemos cuidar do SEO do seu site – seja com dicas para você mesmo fazer ou através da nossa equipe composta por profissionais qualificados. Encontre uma unidade regional da Hostnet perto de você.

É preciso também tomar cuidado com as páginas órfãs; aquelas que não possuem links internos ou externos. E, para fechar o pacote, verifique sempre se os arquivos de texto estão no formato HTML. Arquivos em Flash ou outros recursos visuais não são “lidos”pelo Google. Por isso, as imagens utilizadas no post devem conter um texto alternativo (Alt Text). Você pode, inclusive, usar a palavra-chave nas descrições para nomear as imagens. Isso funciona, de verdade!

Ferramentas facilitadoras

Além das dicas acima, existe uma infinidade de ferramentas para tornar o SEO do seu blog ou site ainda mais forte. Conheça nossas preferidas:

Alexa – seu objetivo é fazer uma análise comparativa entre desempenho do seu site e outros, o que a concorrência anda fazendo e o resultado dessas ações. A ferramenta sugere alterações para o seu próprio site ou blog.

Google Analytics – obrigatório e indispensável! É com ele que você descobre tudo sobre sua performance na Internet. Com ele dá pra saber o número de visitas que se recebe diariamente, semanalmente ou mensalmente; a frequência de visitação dos usuários; quanto tempo eles ficam; por onde chegam e quantas páginas acessam, além de outras informações.

Google Keyword Planner – o planejador de palavras-chave do Google é grátis e tem a função de descobrir volumes de busca de um determinado termo. Com ele você acessa o histórico de pesquisa da palavra, a concorrência, previsões de tráfego e as pesquisas locais mensais.

Google Trends – apresenta o volume de pesquisas de um termo através do tempo. Com ele é possível descobrir se a procura por alguma palavra-chave específica está aumentando ou diminuindo. As pesquisas podem ser segmentadas por localização e linguagem.

Google Search Console – com ele você descobre possíveis erros e direciona o SEO para o sucesso do seu site (citamos ele anteriormente nesse texto), identificando suas principais fontes de tráfego e identifica links de páginas quebrados.

Open Site Explorer – gera dados relativos a links, como pesquisas de backlinks e oportunidades de fazer link-building;

SEO Browser – “enxerga” seu site através de textos, como o Google faz. Digite seu endereço na barra de pesquisa e os erros serão apontados, o que não aparece é porque o Google não “enxerga”, assim fica fácil saber o que não é lido pelo buscador.

SEO by Yoast e o Rank Math – servem para fazer “SEO on page”; otimizar o conteúdo do seu artigo. Fazem uma análise do texto levando em consideração itens como Título SEO, meta-descrição, densidade da palavra-chave no texto e até tamanho do seu artigo. Depois, eles sugerem melhorias a serem feitas em prol do SEO.

A evolução constante do SEO

De acordo com o Search Engine Land, o termo SEO foi mencionado pela primeira vez em 1997, no livro Net Results, escrito por Bob Heyman, Leland Harden e Rick Bruner. Da década de 90 para cá muita coisa mudou. Práticas que eram adotadas e até mesmo recomendadas na época, hoje são severamente punidas e tidas como abusivas. Conteúdo de qualidade não era necessário para ser bem ranqueado nos buscadores. Bastava convencer os robôs que era aquilo que o usuário estava procurando. E para isso existiam vários “truques”.

Em 2011, os mecanismos de busca começaram a refinar seus critérios mudando algoritmos. Foi assim que o novo SEO passou a focar na interação das “pessoas de verdade” com o site. Conteúdo relevante, uso de redes sociais e aplicação consciente de palavras-chave são fundamentais para um bom posicionamento. Parte da mudança ocorreu porque as pessoas também mudaram e ficaram mais criteriosas sobre os anúncios que recebem, buscando e selecionando melhor.

No universo SEO, tudo muda constantemente, por isso a atualização é vital. Informe-se sempre sobre as novidades e produza conteúdo relevante. O lucro será consequência do seu empenho!

Parte 1: O que é SEO e como fazer para meu site aparecer no Google?
Parte 2: Como o SEO pode melhorar o posicionamento do seu site nos mecanismos de busca
Parte 3: SEO: o que NÃO fazer e as ferramentas que podem ajudar na indexação do seu site ou loja virtual

Sobre a Hostnet

A Hostnet é um provedor de soluções web que tem como objetivo ajudar outras empresas a fazerem negócios pela Internet. É pioneira no mercado de hospedagem de sites e registro de domínio no Brasil. Tem mais de 50 mil clientes que hospedam ou já hospedaram seus sites e administram domínios registrados pela empresa nos seus 19 anos de existência.

A Hostnet é especialista em: criação de sites, lojas virtuais e aplicativos; automação de marketing; hospedagem; registro de domínio; e-mail corporativo e automação de e-mail marketing. Para conhecer mais sobre os serviço, acesse: https://www.hostnet.com.br ou entre em contato com um dos franqueados próximos da sua região: https://www.hostnet.com.br/unidades-regionais/

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