Plataformas livres são poderosas para alavancar o seu e-commerce -

Plataformas livres são poderosas para alavancar o seu e-commerce

O comércio eletrônico, ou e-commerce, é um tipo de transação comercial feita especialmente através de um equipamento eletrônico, como, por exemplo, um computador. Esta transação comercial pode se dar entre organizações (B2B), entre organizações e indivíduos (B2C), ou entre indivíduos entre si (C2C), e segue com a aquisição de bens, produtos ou serviços até a liquidação financeira fazendo uso de meio de pagamento eletrônico.

Comprar ou vender pela internet é o exemplo mais comum de comércio eletrônico, e muitos ramos da economia estão ligados ao e-commerce. A ideia é que toda a estrutura esteja interligada, com clientes, fornecedores e distribuidores, facilitando a comunicação.

É natural que haja ainda resistência das pessoas a adquirirem bens, produtos ou serviços de formas não presenciais, mas com a popularização da Internet, o comércio eletrônico passou de uma promessa a uma realidade: Por exemplo, no Brasil, no ano de 2012, o comércio eletrônico cresceu em faturamento 20% em relação ao ano anterior. Em contrapartida, o comércio tradicional cresceu apenas 1,5%. Cerca de 40 milhões de brasileiros – metade dos usuários de internet no país – devem fazer ao menos uma compra em uma das 30.000 lojas virtuais existentes no Brasil. Logo, vemos que é um filão enorme a ser explorado, e há espaço para todos.

Existem muitos softwares para comércio eletrônico no mercado, então segue uma breve lista de softwares que são livres: Batavi, Drupal Commerce, KonaKart, Magento, Miva Merchant, nopCommerce, OpenCart, osCommerce, PrestaShop, Spree Commerce, VirtueMart, WooComerce, Zen Cart, entre outros. O PrestaShop é uma ferramenta para gerenciamento de lojas virtuais perfeita para usuários iniciantes que desejam um sistema completo, fácil e intuitivo na hora de usar. 

Temos também sistemas de comércio eletrônico baseados em software proprietário. Alguns deles são o Bigcommerce, o FlickRocket, o Lemonstand, o Sana Commerce, o Shopify, o Storehippo, o uCoz, entre alguns outros. Vale lembrar que a maioria é desenvolvida usando a linguagem PHP. Apesar desta linguagem ser liberada sob uma licença de código aberto (a PHP License), é permitido aos desenvolvedores “fecharem” o código se assim quiserem.

Características dos sistemas de comércio eletrônico baseados em software proprietário

As características relatadas acima, quando foi falado sobre CMS baseados em software proprietário continuam valendo aqui. Uma característica a ser adicionada é que existem sistemas de comércio eletrônico baseados em software proprietário que foram descontinuados. Um exemplo é o ProStores, que pertencia ao eBay (famoso site de comércio eletrônico), e que foi descontinuado em 2015. Ou seja, o suporte é prejudicado, os usuários têm um problema sério para lidar, e nem sempre é fácil migrar para outra plataforma. Felizmente, no caso do ProStores, foram apresentados vários tutoriais para migrar as lojas virtuais para o Magento.

Características dos sistemas de comércio eletrônico baseados em software livre

Da mesma forma como na seção acima, as características dos CMS baseados em software livre valem aqui também. Ainda podemos acrescentar:

  • Facilidade de integração com ferramentas de terceiros, como Google Analytics, Paypal, Google Checkout, Pagseguro e muitos outros.
  • Em alguns sistemas, existem ferramentas de SEO (Search Engine Optimization, ou Otimização para Mecanismos de Busca), para que a loja virtual baseada nesses sistemas seja mais bem localizada nas buscas em sites como Google, Bing e Yahoo.
  • Otimização para dispositivos móveis: Hoje em dia, boa parte (senão a maior parte) do acesso à Internet se dá a partir de smartphones. Logo, lojas virtuais com versões otimizadas para celulares saem na frente, na busca por clientes. E vários sistemas baseados em software livre trazem suporte.
  • Personalização: Para a maioria dos sistemas baseados em software livre, existe uma grande quantidade de temas e módulos, sendo possível adequá-los às suas necessidades.
  • Internacionalização: Vários sistemas baseados em software livre suportam múltiplos idiomas e moedas em uma loja virtual só. Logo, não é preciso ter uma loja virtual para cada idioma, podendo ter apenas uma loja, onde o cliente escolhe a moeda e o idioma.

O que concluímos sobre comércio eletrônico?

O sistema que não está preso a uma empresa tem várias vantagens, e uma das mais claras é que ele não “morre” se a empresa fechar as portas, como aconteceu com o ProStores. A comunidade mantém o software, e se há a necessidade de suporte pago, existem empresas que podem prover esse serviço por um preço. E temos como “bônus” a flexibilidade, a grande quantidade de recursos para personalização e o custo do software, que é zero. Ou seja, concluímos que vale a pena investir numa solução livre.

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