Só se fala nisso durante as reuniões de planejamento para criação de sites em todo país: “As URLs precisam ser mais amigáveis”, “Falta conteúdo interativo que agregue relevância para os buscadores”, “Os sites precisam de mais links externos, parcerias se fazem necessárias para chegar ao topo”, “Se você não tiver um bom marketeiro, não vai conseguir ficar bem nas pesquisas”. Por trás do panos, os fins justificam os meios.
Sobram “Soluções” em forma de pitacos para todos os gostos. Promessas de campanha, gurus e até dinheiro na cueca. Vai dizer que você também não sabia de nada? Link Farm? Conteúdo clonado? Texto repetido com a mesma cor de fundo? Link comprado? Bem… eu também não sabia de nada até descobrir, através de um dossiê encomendado a um site famoso de SEO, o que alguns de meus concorrentes andam fazendo.
Praticar SEO se transformou na técnica que mistura achismo e repetições para posicionar um site à frente nos buscadores, e que, como um mantra, tem ditado as regras de criação de conteúdo online. Em uma fase da Internet onde as busca online se tornaram o maior negócio virtual dos últimos anos, é inegável a necessidade se enquadrar nos padrões “amigáveis”.
Mas, como tudo na vida, SEO pode ser utilizado para o bem ou para o mau e para enganar ou para se dar bem. Então, faça bom proveito e pense bem em quem você vai votar, pois suas escolhas podem fazer uma grande diferença em quem estará no topo das pesquisas. Você ou seu concorrente.
EU voto SEO!