Esta edição do RUAWEB foi pautada para enfatizar quem faz a internet do Brasil e sobretudo que futuro estamos construindo. Nosso entrevistado é o André Kischinevsky, diretor do Infnet que tem anos de experiência na área de capacitação em internet. Nossa matéria principal aborda a primeira Olimpíada de Algoritmo organizada pela Hostnet com apoio dos parceiros iLearn, Infnet, iPED, ABRASOL e a Revista WWW.
Para quem não sabe o que é Algoritmo, aqui vai uma explicação rápida: todo programa de computador é baseado em um algoritmo. Podemos dizer que ele é o alicerce de um programa. Essa Olimpíada de Algoritmo da Hostnet reuniu 22 escolas e cerca de 700 alunos e o resultado você vai acompanhar nessa edição. O que posso garantir é que, em escolas sem muitos recursos, ainda existem jovens super capazes à espera de oportunidades.
Educação é o primeiro passo para invertermos o papel de consumidores de tecnologia e passarmos a agregar mais conhecimento tecnológico a nosso favor. Nossa liderança na internet hoje se resume aos números de usuários conectados ao MSN e Orkut.
Segundo a Intel, o Brasil é o 4º maior mercado de computadores do mundo e, ainda em 2007, serão vendidos mais computadores do que televisores no País. Até 2010, o cenário projetado indica que o Brasil passará o Japão e será o 3º maior mercado de computadores, atrás do EUA e China.
Os números crescentes de vendas de computadores e de acesso à internet devem servir para criar novos modelos de negócios. Porém, sem educação e sem conhecimento das etapas de produção da tecnologia que usamos, corremos o risco de continuar a ser apenas números em mercado consumidor.
No Brasil Colônia de séculos atrás, a escravidão era um sistema muito lucrativo. Hoje, somos alienados ao avanço tecnológico que não conseguimos acompanhar. Você conhece alguma empresa brasileira capaz de competir com Microsoft, Google ou IBM? A globalização pede mercado consumidor e tem sido esse nosso papel: colônia digital.
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sxc.hu
Já viu o filme 2012?
Se não, já chegou a pensar em enchentes, maremotos, os níveis do oceano aumentando, terremotos ou outras catástrofes naturais?
A firma de arquitetura russa, Remistudio, com o apoio da União Internacional de Arquitetos do programa Architecture for Disaster Relief, chegaram ao conceito do Hotel Arca, um hotel flutuante e que funciona de forma independente sobre a superfície de um corpo de água, proporcionando um ambiente verde e auto-sustentável.
O design, inspirado na engenharia da Arca de Noé, tem um sistema de suporte de carga com arcos e cabos que mantêm a distribuição do peso, resistindo até mesmo a terremotos, e é pré-fabricada, o que permite uma construção rápida e fácil.
O jardim interno oferece um escape para os hóspedes, agindo como uma estufa com luz suficiente absorvida filtrada em todos os quartos internos, reduzindo a necessidade de iluminação.
O projeto também integra células solares fotovoltaicas, um sistema de recolhimento de águas pluviais e um quadro que está protegido com uma camada de auto-limpeza, sendo reciclável – o mesmo material usado no Centro Aquático Nacional de Pequim.
Apesar da beleza do projeto, vamos torcer para que a pior das previsões de aquecimento global não se concretize, tornando o Hotel Arca um destino do século 22.